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Estudante de Direito
André Luiz Cavalcanti Ribeiro
Maceió (AL)
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Bacharel em Direito, Policial Civil do Estado de Alagoas
Comentários
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André Luiz Cavalcanti Ribeiro
Comentário ·
há 9 anos
Condomínio de fato: agoniza, mas não morre
Flávio Tartuce
·
há 9 anos
Sendo simplista! Um conjunto de pessoas de reune, resolve ao arrepio da lei, sem qualquer concordância do Poder Público, ou de algum morador, fechar uma área, onde inclusive lotes e casas possuem tamanhos diversos, e sob pretexto de ofertar o que o poder público DEVE, pois para isso ja se paga uma carga tremenda de impostos, e mesmo o morador se oponha a associar-se por princípios legais, ainda assim, na sua otica o mesmo enriquece ilicitamenhe? Sem falar em outras questões bem peculiares que determinam um condomínio: áreas comuns, bem de uso de todos, etc. Ou mesmo, que o poder público continuará a prestar, onerando a todos os contribuintes como um todo, e não só a o grupo beneficiado com o fechamento irregular de ruas. Por fim, o mais grave, que nasce do próprio ato ilicito de imposição, a criação de verdadeiras milícias, confrontando a lei. Agora imagine pelo princípio da igualdade, quando morro resolver fechar suas portas, e cobrar por isso?
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André Luiz Cavalcanti Ribeiro
Comentário ·
há 10 anos
A ilegalidade da prisão baseada no testemunho de policiais
Wagner Francesco ⚖
·
há 10 anos
Não discordo do nobre amigo que para uma condenação deva haver uma maior investigação preliminar dos fatos, e se os depoimentos, sejam coerentes, e apresentem riquezas de detalhes sobre o ocorrido.
Porém, discordo quando dizes logo no inicio que a palavra dos policiais têm peso valorativo maior nos juízos criminais do Brasil, longe disso amigo! Apesar de não ser o correto, pois a palavra do servidor público, aí incluso o policial, espera-se ter fé de ofício, na maioria dos casos é submetida a vexatória dúvida, mesmo que não existam razões para tais.
É comum nos tribunais a palavra do causídico ser bem ouvida, com seus termos técnicos, e dos bandidos, com suas carinhas de gatos penosos, bem aceitas, do que da maioria dos profissionais sérios da Policia, que estão nas ruas, colocando suas vidas em riscos, para resguardar a sociedade, inclusive a da eminente crítico.
Sei inclusive qual seu pensamento inicial: -não fazem mais que suas obrigações, e para isso são pagos!
Verdade, como é verdade que a grande maioria desses profissionais são homens e mulheres de bem (claro que existem exceções, afinal também não existem em todas profissões?), porém também são renumerados na certeza que suas palavras, depoimentos, representam a verdade estatal, a qual representam, é que só não serão válidas, se forem falseadas, sofrendo para tanto as devidas consequências...
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Klaus Quirino Terra, Mba
Comentário ·
há 10 anos
A ilegalidade da prisão baseada no testemunho de policiais
Wagner Francesco ⚖
·
há 10 anos
Texto típico de ativista de esquerda que utiliza adjetivos desconexos de seu fundamental significado. Não obstante o texto defende uma condição utópica não encontrada em nenhuma civilização. É como se fosse justificar que uma pessoa doente não deveria ser operada pois a cirurgia é algo extremamente invasivo. Não vislumbro qualquer ação dos ativistas para que as condições carcerárias e educacionais do país melhorem dando assim capacidade para que a população tenha liberdade de escolha. Em suma o monólogo é recheado de jargões como negro, pobre, favela , democrática além de se pautar em descriminalizar o crime. Nós é a sociedade não aguentamos mais indivíduos em nome do estrelismo tentarem empurrar regras para conseguirem audiência que comprovadamente perturbam a harmonia social.
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